Valsa dos dias

Este está sendo mesmo um ano de provação para muita gente, inclusive para mim. Uma avalanche de acontecimentos marcaram seus primeiros seis meses a ferro e fogo em nossa pele. O mundo foi subjugado pela ‘crise’ e pela ‘gripe’, que mostraram a fragilidade e vulnerabilidade da existência humana. Eu por cá fui victimada pelo conjunto de fonemas que formam as palavras ‘patrão’ e ‘alergia’, que me soam como o ruído de giz na lousa. Sofri o abalo de duas mudanças de emprego, de uma iminente visita ao tribunal do trabalho e de fortes espirros e pinga-pinga do nariz durante toda a primavera. A tudo isso, foi acrescido planos e planos desfeitos, sonhados e desonhados e o cansaço dessa valsa em que um passo risca o chão e o outro apaga (ah, os lenços… Ufa! Foram muitos…). Embora custe, ainda bem que sou da teoria de que tudo é lição de vida, sorrir é o melhor remédio (ainda que não cure espirros primaveris) e que nada é pior do que já estava. Vamos ver o que está reservado para os próximos seis meses. Tomorrow, tomorrow, I love you, tomorrow. Novos projectos, novas espectativas…

Just thinkin’ about
Tomorrow
Clears away the cobwebs,
And the sorrow
‘Til there’s none!

When I’m stuck with a day
That’s gray,
And lonely,
I just stick out my chin
And Grin,
And Say,
Oh!

The sun’ll come out
Tomorrow
So ya gotta hang on
‘Til tomorrow
Come what may
Tomorrow! Tomorrow!
I love ya Tomorrow!
You’re always
A day
A way!

3 thoughts on “Valsa dos dias

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